Monitoramento de imagens remoto.

08/06/2018 20:58

Apesar de parecer algo futurista, é possível vigiar sua casa pela internet, ou receber avisos no celular caso algum estranho tente entrar. O mesmo vale para locais públicos: algumas câmeras inteligentes avisam se houver suspeitos, em vez de obrigar a segurança a acompanhar a imagem de 20 monitores ao mesmo tempo.

 

A partir de hoje, duas feiras de equipamentos de segurança vão mostrar o que há de mais moderno no ramo de segurança no Brasil. Cerca de 100 marcas nacionais e internacionais vão participar da ISC Brasil e da InterSecurity, feiras internacionais de segurança eletrônica e urbana, que serão realizadas até sexta-feira no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A expectativa é que 4 mil visitantes passem pelos stands nos três dias.

Os principais destaques tratam de sistemas inteligentes de segurança. São aqueles que conseguem, sem intervenção humana, identificar comportamentos estranhos em ambientes, por exemplo. "Em algumas corporações, o número de câmeras de vigilância é imenso, e é humanamente impossível acompanhar todas com atenção", explica o diretor de Sistemas Eletroeletrônicos Prediais da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Paulo Alvarenga. "Na feira estarão expostas câmeras que conseguem fazer a análise 3D da imagem que estão filmando. Caso detectem algo estranho, acionam os seguranças." Ele cita uma rua onde todas as pessoas vão na mesma direção e, de repente, alguém passa correndo na direção oposta. Ou então, se, no saguão do aeroporto alguém deixa para trás uma mala. "A segurança é avisada do comportamento estranho e vai verificar." Haverá também novidades em biometria, que são os sistemas de identificação por meio de características físicas. O banco Bradesco, por exemplo, está testando um caixa eletrônico ativado apenas após "ler a mão" do correntista. "A biometria ainda é um nicho pequeno no Brasil, mas é dos que mais crescem em segurança de acesso a locais e dados", diz Alvarenga.

Haverá também equipamentos para detecção de grampos telefônicos, câmeras resistentes a impacto, rádios e roupas especiais para bombeiros e policiais. Alguns equipamentos permitem que o morador abra seu imóvel à distância - por exemplo, caso algum convidado chegue antes dele a um encontro.

No Brasil , o setor de segurança movimentou no ano passado R$ 1,1 bilhão e a estimativa do mercado é que esse número chegue a R$ 1,265 bilhão. As empresas presentes na feira estão otimistas. As vendas da Bycon aumentaram em 100% nos últimos 12 meses e a empresa pretende expandir seu mercado para toda a América do Sul, até o fim do ano. A unidade Siemens espera aumentar o faturamento da divisão de segurança em 20% a 30% em 2007.

O diretor da Abinee diz que o consumo de equipamentos de segurança disparou no mundo após os atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos. "Portos e aeroportos modernizaram muito seus equipamentos", afirma. "O Brasil precisa se atualizar, ou pode perder negócios por falta de segurança." Aqui há ainda a agravante da violência urbana. Na feira, estarão expostos aparelhos que avisam, por internet ou celular, casos de invasão, incêndio e até vazamentos de gás.

Pela internet Um caso recente dessa interação ocorreu com o empresário alemão João Pedro Wettlaufer, que passa metade do ano na Alemanha e outra metade no Guarujá, em São Paulo. Em dezembro do ano passado, enquanto estava na Alemanha, ele recebeu uma mensagem no celular informando que as câmeras de segurança haviam detectado algo estranho na casa brasileira.

Wettlaufer acessou o sistema de monitoramento pela internet e viu imagens de um desconhecido em sua casa. Ligou para a esposa, que estava no Brasil, e a polícia foi acionada. O ladrão foi preso em flagrante.
 

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